Interprofesionalidad en territorio indígena: perfeccionar y fortalecer el papel de la vigilancia en salud
DOI:
https://doi.org/10.15343/0104-7809.202650e18802025IPalabras clave:
Salud Indígena, Interprofesionalidad, Vigilancia en Salud, Procesos Educativos Permanentes, Clínica AmpliadaResumen
La atención a la salud indígena en Brasil involucra a 391 pueblos, con amplia diversidad cultural y desafíos estructurales y formativos para el trabajo interprofesional. Este estudio tiene como objetivo reflexionar sobre los obstáculos, potencialidades y propuestas para el fortalecimiento de la interprofesionalidad en el Subsistema de Atención a la Salud Indígena (SasiSUS). Se trata de un ensayo crítico-reflexivo, basado en la experiencia profesional de los autores y en literatura pertinente sobre salud indígena e interprofesionalidad. Identificamos barreras como la insuficiencia de profesionales, la formación uniprofesional, la alta rotación, los vacíos asistenciales y la ausencia de protocolos específicos. Proponemos el fortalecimiento del modelo de vigilancia en salud, que incluye la propuesta de la clínica ampliada, la valorización de procesos educativos interculturales permanentes y la coconstrucción de espacios de complicidad entre los saberes biomédicos e indígenas. La integración y consolidación efectiva del modelo de vigilancia en salud requiere competencias técnicas, culturales y comunicacionales, planificación terapéutica compartida y respeto por la diversidad. Los procesos educativos continuos, presenciales y a distancia, pueden ampliar las capacidades colaborativas y superar las fragmentaciones en la atención. La interprofesionalidad en el SasiSUS depende de cambios curriculares, estrategias metodológicas activas, prácticas colaborativas y de la necesidad impostergable de fortalecer y sostener el modelo de territorialidad y vigilancia en salud, sustentado por la ética, la interculturalidad y la corresponsabilidad, con el objetivo de alcanzar mayor resolutividad y calidad asistencial.
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