Percepción de los gestores sobre los sistemas de información en salud y la utilidad de los datos epidemiológicos
DOI:
https://doi.org/10.15343/0104-7809.202549e17912025PPalabras clave:
Gestión, Vigilancia, Evidencias, Toma de Decisiones, Sistemas de InformaciónResumen
Este estudio tiene como objetivo describir la percepción de los gestores de salud sobre la utilidad de los datos epidemiológicos. Se trata de un estudio transversal que incluyó a todos los gestores municipales de Rio Grande do Sul en el período 2017–2019. Los datos individuales se recopilaron mediante cuestionarios y los datos municipales a partir de sistemas de información. El desenlace de interés fue la percepción de utilidad de los datos de los SIS. Se realizó un análisis mediante regresión logística múltiple y se incorporaron al modelo final las variables con valor de p < 0,15. De los 404 participantes (81% de tasa de respuesta), el 50% eran mujeres, el 63,8% tenían nivel superior, el 78,7% contaban con experiencia en gestión, el 77,2% tenían afiliación político-partidaria, el 46,8% eran previamente funcionarios del SUS, el 59,2% presentaban perfil técnico-científico (posgrado, uso de directrices basadas en evidencia, participación en eventos científicos), y el 75,5% percibían los datos de vigilancia para la toma de decisiones como siempre útiles. Los municipios con SIS implementados presentaron una razón de probabilidades (Odds Ratio) OR = 3,17 (intervalo de confianza, IC95%: 1,70–5,92), es decir, mayores probabilidades de considerar muy útiles los datos epidemiológicos en el proceso de toma de decisiones. Se concluye que existe una diferencia en cuanto a la importancia atribuida a los datos epidemiológicos en los municipios donde los SIS están implementados, lo cual se refleja en la toma de decisiones de los gestores.
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