Factores relacionados con el miedo y la ansiedad en la atención odontológica en la Atención Primaria
DOI:
https://doi.org/10.15343/0104-7809.202650e19832026IPalabras clave:
Atención Odontológica, Tratamiento Odontológico, Salud Bucodental, Factores Socioeconómicos, AnsiedadResumen
El tratamiento odontológico aún es percibido como un procedimiento traumático por muchas personas, debido a experiencias de dolor o a algún episodio que desencadenó miedo. La escasez de servicios odontológicos disponibles, especialmente para adultos, conducía a una búsqueda tardía de atención, lo que convertía la extracción dental en la principal intervención del servicio público. Sumado a esto, la ansiedad frente al tratamiento odontológico ejerce un gran impacto en el bienestar psicosocial, especialmente entre los usuarios que posponen la atención, lo que resulta en graves problemas de salud bucal. Este impacto es aún más pronunciado en familias con bajos ingresos, bajo nivel educativo y acceso limitado a cuidados odontológicos preventivos y curativos. El estudio tuvo como objetivo analizar cómo los factores socioeconómicos se relacionan con los miedos y las ansiedades frente a la atención odontológica en la atención primaria. Se trata de un estudio con enfoque cualitativo, de tipo exploratorio-descriptivo, realizado en el Centro de Salud (CS) de Canasvieiras, en el municipio de Florianópolis/SC, mediante entrevistas semiestructuradas con diez usuarios activos entre agosto y septiembre de 2024, con edades entre 23 y 66 años. El miedo y la ansiedad en el consultorio odontológico están fuertemente asociados a experiencias traumáticas y factores socioeconómicos, mientras que el acceso limitado a los servicios de salud bucal amplía las desigualdades y refuerza la necesidad de políticas públicas centradas en la equidad de estos servicios. Para transformar este escenario, es fundamental priorizar políticas públicas de salud bucal, con énfasis en la odontologia preventiva, la acogida y la sensibilización de la población.
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